joi, 12 noiembrie 2015

AMIGO QUE EM VERDADES TE DIGO NESSE PERIGO INVERNAL TAPE QUE MATA SAUDADES DA TAP QUE NÃO DESTAPAS NEM NO CARNAVAL DIZ O QUE SENTES A ESSAS GENTES QUE COMEM TAPAS QUE NÃO DESTAPAS NA TAP QUE MATA SAUDADES NA TAP QUE TAPA VERDADES NA TAPA DAS INSANIDADES HISTÓRIA É SAUDADE RETÓRICA VAIDADE DE CORNOS MANSOS QUE FAZEM AVANÇOS NAS CASAS PIAS QUE COMEM A DIAS QUE SANGRAM AS TIAS A CAVALO QUE METEM CHAVALO ATRÁS NÃO NÃO TE VÁS AGORA QUEREMOS METÊ-LO NO SACRO VELO SEM DEMORA Ó JASÃO SEM TESÃO NO TOSÃO DORMENTE AQUECE A PICHOTA QUE A VELHOTA GOSTA DELE QUENTE agente paga no velório faço ofertório de 4 notas muito janotas para o enterro deste portento que corta o vento viva são bento não nos destape a nossa tap

,careca amigo ....



dá o postigo do viegas ,,,,


não sejas pires....


não sejas piegas ...



não, não te vires 



meu seca-adegas....




somos colegas .....



do gamanço ...



não sejas tanso....


tu marchas à ganso ....


dou-te um avanço ,,,,


nas letras pretas ....


cousos pernetas ......


velhas patetas...

sem direcção ....


sem fito ou metas,,,,


dão-te a ração .....

enchem gavetas ...


com atenção...


sem tentação...



ó cidadão --


das más punhetas ..

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